Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar é como morrer de sede no meio do mar e afogar. Sinto-me isolada com tanta gente à minha volta. Vocês não ouvem o grito da minha revolta. Choro a rir, isto é mais forte do que pensei. Por dentro sou uma mendiga que aparenta ser uma rainha. Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta. É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta. As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço. O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso. O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado. Vagueio sem destino nem sei se estou acordada . O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha. Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha.
22 de fevereiro de 2011
Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar é como morrer de sede no meio do mar e afogar. Sinto-me isolada com tanta gente à minha volta. Vocês não ouvem o grito da minha revolta. Choro a rir, isto é mais forte do que pensei. Por dentro sou uma mendiga que aparenta ser uma rainha. Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta. É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta. As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço. O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso. O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado. Vagueio sem destino nem sei se estou acordada . O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha. Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha.
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